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Agenda

15/04

Reunião Temática: O desaparecimento da Paranoia

docente Vladimir Pinheiro Safatle

programa

Segundo o DSM-5, a Paranoia não existe mais como categoria clínica. É o caso de pensar o sentido desse desaparecimento para uma reflexão sobre as Psicoses.

dia 15 de abril

horário sexta-feira | 19h às 21h

dirigido
a psicólogos, psiquiatras, psicanalistas, estudantes e profissionais das áreas da saúde

docente

Vladimir Pinheiro Safatle
Professor do Departamento de Filosofia da USP, doutor em Filosofia pela Universidade de Paris VIII. Autor de “A Paixão do Negativo: Lacan e a Dialética” e organizador de “Um Limite Tenso: Lacan entre a Filosofia e a Psicanálise”, ed. UNESP, e “Sobre Arte e Psicanálise”, ed. Escuta.

 


 

18/03

Reunião Temática – Psicanálise e migração: somos todos exilados

docente Caterina Koltai

programa

O exílio, como alegoria da condição humana, tornou-se um dos significantes da modernidade em que vivemos. Cotidianamente, humanos atravessam fronteiras reais ou imaginárias, ora fugindo dos avatares da História, ora procurando melhores condições de existência para si próprios e seus descendentes, a ponto de o nosso mundo contemporâneo parecer cada vez mais povoado por deslocados, desenraizados e refugiados, como se nesses tempos de globalização os humanos tivessem se tornando mais nômades que os pássaros.
Os migrantes são aqueles que, forçados por circunstâncias externas (políticas, sociais, religiosas e econômicas) ou internas, em que um terror subjetivo paira sobre a liberdade do sujeito, se viram obrigados a migrar e abandonar a terra natal e a língua materna, para, então, se instalarem em alhures, em condição de estrangeiros.
Na maioria das vezes, o estrangeiro acaba sendo o bode expiatório da angústia e da desorientação contemporânea. E, ainda, não por acaso, os migrantes estrangeiros acabam sendo os depositários do “mal”, transformando-se no imaginário social do mau objeto, reprodução de tudo aquilo que não aceitamos em nós mesmos e, por este motivo, expulsamos e projetamos no outro.
Quanto ao analista, é importante que, ele, no seu trabalho, não veja e não transforme esse migrante numa vítima. Trata-se de acompanhá-lo justamente no sentido contrário, permitindo-lhe se apropriar de sua condição de migrante. O analista precisa, então, se confrontar com o sofrimento psíquico do estrangeiro que se situa na fronteira do cultural, da intimidade psíquica e da relação ao outro. O trabalho psíquico do migrante deve permitir que ele possa prosseguir sua história, apesar de ter perdido tudo o que o constituía: sua terra, sua língua, de modo que haverá sempre um antes e um depois da migração.

dia 18 de março

horário sexta-feira | 19h às 21h

dirigido
a psicólogos, psiquiatras, psicanalistas, estudantes e profissionais das áreas da saúde

docente

Caterina Koltai
Socióloga, psicanalista, professora do Curso de Teoria Psicanalítica, da COGEAE da PUC-SP. Autora do livro “Política e Psicanálise - O Estrangeiro”, e organizadora do livro “O Estrangeiro”, ambos da ed. Escuta.

 


 

19/03

Seminário de Curta Duração: A Psicanálise e o amor romântico

docente Julio César Nascimento

De acordo com uma pesquisa feita por Jurandir Freire Costa, “o ideal da realização emocional depende: a) de encontrar um parceiro por quem se sinta, ao mesmo tempo, atração sexual e atração amorosa; b) de encontrar um meio de tornar esta parceria ideal permanente” (Costa, 1998).

Os jovens universitários sujeitos de sua pesquisa sonham em encontrar uma fórmula que torne a atração sexual e a atração amorosa duráveis, entretanto esse ideal é percebido como inatingível: “As parcerias sexuais renováveis são facilmente concebíveis e praticáveis, mas as amorosas, não!” (ibid.). Segundo Jurandir, teríamos aprendido que o “amor”, em sua forma apaixonada, só aconteceria “raramente e com pessoas especiais” (ibid.), o que nos levaria à culpabilização neurótica pelos fracassos amorosos.
Este curso visa acompanhar cuidadosamente os argumentos extremamente instigantes de Jurandir em seu livro “Sem Fraude Nem Favor – Estudos sobre o Amor Romântico” (ed. Rocco), no qual demonstra como o amor-paixão romântico se tornou um imperativo superegóico tirano, imaginariamente magnificado, tornando-se um agente traumático que não pode ser recalcado, tampouco integrado à imagem narcísica do Ideal do Eu. A partir da metapsicologia psicanalítica e de exemplos clínicos, pretendemos investigar como o ideal amoroso e sua impossibilidade de realização se tornou uma das formas contemporâneas do mal estar na civilização.

programa
1.
Utopia sexual, utopia amorosa
2. Freud, Ferenczi, Balint e o amor
3. Sobre a gramática inconsciente do amor romântico

dirigido
a psicólogos, psiquiatras, psicanalistas, estudantes e profissionais das áreas da saúde

carga horária
9 horas (3 aulas de 3 horas cada) 

datas
sábados |05, 12 e 19 de março

docente

Julio César Nascimento
Psicanalista, psicólogo pela Universidade de Brasília (UnB), com especialização em Teoria Psicanalítica pela COGEAE da PUC-SP, mestre em Psicologia Clínica pelo Núcleo de Estudos em Psicanálise da PUC-SP, professor e supervisor clínico do Curso de Formação em Psicanálise do CEP.

 


 

 14/03/16

Seminário Teórico: Condições fundamentais à compreensão de estrutura psíquica

coordenação José Waldemar Thiesen Turna

docentes Ana Maria Ferraz e Fatima Duque

objetivo

Delimitar os fundamentos conceituais que sustentam o edifício narcísico e suas vicissitudes funcionais desde onde a problemática das estruturas de caráter poderá ser primeiramente compreendida em suas bases fundamentais.

programa
• Sobre o dispositivo “Apresentações de Pacientes”

• As funções de Pai e Mãe, o Incesto e o Interdito

dirigido
a psicólogos, psiquiatras, psicanalistas, estudantes e profissionais das áreas da saúde

carga horária
18 horas (9 aulas de 2 horas cada)

datas
segundas-feiras | 14, 21 e 28 de março; 04, 11, 18 e 25 de abril e 02 e 09 de maio